Sam Porter Bridges está de volta ao PC em Death Stranding 2: On the Beach, com lançamento na Epic Games Store em 19 de março de 2026. Antes de os jogadores mergulharem de volta no mundo pós-apocalíptico de Hideo Kojima, revisitar a história do Death Stranding original oferece um contexto importante para o novo jogo.
A história original de Kojima se passa em um Estados Unidos fragmentado, onde os mortos cruzaram para o mundo dos vivos através de um evento misterioso conhecido como Death Stranding. Essas entidades, chamadas Beached Things ou BTs, vêm de reinos pessoais do além-vida chamados Beaches. O contato com um BT causa um voidout, uma explosão que deixa crateras massivas e devasta a área circundante. Ao mesmo tempo, um fenômeno conhecido como Timefall acelera o envelhecimento em tudo que toca, incluindo pessoas, animais e infraestrutura. A paisagem também está repleta de chiralium, uma estranha substância dourada ligada tanto aos BTs quanto aos Beaches.
A humanidade se refugiou em assentamentos isolados chamados knot cities. Viagens e interações sociais diretas desapareceram em grande parte, deixando o medo e a desconexão como as normas predominantes. Nesse ambiente, os Porters atuam como entregadores, atravessando o ermo para manter o que resta da civilização humana.
Bridges e a Missão de Sam
Em resposta ao colapso social, a Presidente Bridget Strand fundou a Bridges, uma organização encarregada de reconectar os Estados Unidos fragmentados. Seu filho adotivo, Sam Porter Bridges, surge como a figura central nessa missão. Um repatriado capaz de retornar da morte, Sam é relutante e socialmente distante, mas está em uma posição única para ajudar a restaurar as conexões humanas.
Armado com o dispositivo Q-pid e acompanhado por um Bridge Baby chamado Lou, Sam inicia uma jornada para reconectar assentamentos isolados à rede quiral. Os BBs permitem que os carregadores como Sam detectem BTs próximos, e com o tempo Lou evolui de uma ferramenta para uma âncora emocional central na vida de Sam.
Aliados e Conexões
Ao longo de suas viagens, Sam é acompanhado por vários aliados importantes. Die-Hardman dirige as operações da Bridges e ajuda a coordenar a missão maior. Deadman, um cientista criado a partir de múltiplos transplantes de órgãos, fornece suporte de pesquisa e orientação sobre BBs. As irmãs gêmeas Mama e Lockne são responsáveis pelo desenvolvimento do dispositivo Q-pid, e sua jornada pessoal espelha o tema mais amplo de reconexão. As mortes e retornos repetidos de Heartman lhe dão insights sobre os Beaches, e Fragile opera um serviço de entrega particular enquanto busca seu próprio caminho de redenção.
Esses aliados servem para expandir a rede de conexões humanas, enfatizando o foco central da história na reconstrução de relacionamentos em um mundo isolado e perigoso.
Conflito com Homo Demens e o Plano de Amelie
A jornada de Sam inclui o resgate de Amelie Strand do grupo terrorista Homo Demens, liderado por Higgs Monaghan. Higgs acredita que a humanidade está condenada e busca trazer a extinção em massa. Ao longo do caminho, Sam vivencia memórias fragmentadas de Clifford Unger, um homem revelado como seu pai, o que complica ainda mais sua compreensão do mundo e seu papel nele.
A revelação chave da história é que a própria Amelie é a arquiteta do Death Stranding e do Last Stranding, o evento projetado para acabar com a vida na Terra. A rede quiral que Sam está ajudando a completar faz parte do plano dela. No confronto final, Sam rejeita esse caminho de extinção, derrotando Higgs e impedindo o Last Stranding, destacando o foco da narrativa na escolha, conexão e responsabilidade.
A Relação Entre Sam e Lou
Lou, inicialmente percebida como uma ferramenta para detectar BTs, torna-se central na jornada pessoal de Sam. Ao final do jogo, Sam remove Lou de seu pod e descobre que ela é uma garota, Louise. A saída delas do controle da rede reforça o tema da conexão humana sobre mandatos institucionais, mostrando os riscos emocionais da história de Kojima além do cenário apocalíptico.
A Filosofia da Corda e do Graveto
A história se inspira no conto "A Corda" de Kobo Abe, que Kojima citou como base filosófica para o jogo. O graveto representa uma ferramenta de proteção e separação, enquanto a corda simboliza uma ferramenta de conexão. Death Stranding enfatiza a corda, incentivando os jogadores a reconectar comunidades isoladas e construir redes em vez de depender apenas da violência. Esse tema molda tanto as mecânicas de gameplay quanto a estrutura narrativa, tornando a colaboração e os laços humanos centrais para a experiência.
Preparando-se para Death Stranding 2: On the Beach
À medida que Death Stranding 2: On the Beach se aproxima de seu lançamento para PC, a base do jogo original permanece crítica. Os jogadores se reencontram com Sam e Louise em um mundo moldado por Beaches, BTs e os remanescentes da civilização humana. A história continua a explorar o equilíbrio entre isolamento e conexão, baseando-se nos fios filosóficos e emocionais estabelecidos no primeiro jogo. O novo jogo promete estender esses temas, oferecendo aos jogadores um foco renovado em sobrevivência, exploração e interação humana.
Fonte: Kotaku
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Perguntas Frequentes (FAQs)
Quem é Sam Porter Bridges?
Sam Porter Bridges é o protagonista de Death Stranding. Ele é um repatriado capaz de retornar da morte e trabalha para reconectar assentamentos humanos isolados à rede quiral.
O que são BTs em Death Stranding?
Beached Things (BTs) são entidades do além-vida que aparecem no mundo dos vivos após o Death Stranding. O contato com um BT causa voidouts, explosões destrutivas massivas.
O que é a rede quiral?
A rede quiral é um sistema de comunicação e transporte usado para reconectar comunidades isoladas em todos os Estados Unidos. Ela depende de chiralium e BBs para funcionar.
Quem é Amelie em Death Stranding?
Amelie Strand é a filha da Presidente Bridget Strand e a arquiteta do Death Stranding e do Last Stranding. Ela aparece inicialmente como cativa, mas é revelada como central para o evento de extinção.
Qual a filosofia por trás de cordas e gravetos no jogo?
Inspirado por Kobo Abe, o graveto representa ferramentas de separação e defesa, enquanto a corda representa conexão e cooperação. Death Stranding enfatiza o uso de "cordas" para reconstruir laços entre as pessoas.
Quando Death Stranding 2: On the Beach será lançado para PC?
Death Stranding 2: On the Beach será lançado em 19 de março de 2026, exclusivamente na Epic Games Store.
Os BBs têm um papel além de detectar BTs?
Sim, os Bridge Babies, como Lou, servem tanto como ferramentas para detectar BTs quanto como âncoras emocionais para seus carregadores, destacando a importância da conexão humana na narrativa do jogo.







