O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time para Nintendo Switch 2 conquistou o topo do ranking histórico de usuários do Metacritic, alcançando uma pontuação de 9,6 de 10 até o dia 8 de novembro de 2026.
O remake foi lançado em 5 de novembro, e o Metacritic liberou as análises dos usuários 36 horas após a estreia. As reviews profissionais já tinham saído depois que o embargo da Nintendo caiu, em 4 de novembro, dando janelas separadas para a comunidade e os críticos darem seus vereditos.
Clair Obscur: Expedition 33, que antes liderava a pontuação dos usuários, agora ocupa o segundo lugar com 9,4. O clássico original de 1998 para Nintendo 64 ainda detém o recorde de todos os tempos no Metacritic entre as notas da crítica especializada, um ranking à parte que o remake ainda não superou.
O que a galera curtiu e o que ficou faltando
As mudanças no remake de Ocarina of Time trazem um botão dedicado para pular, movimentação refinada para os personagens e dublagem inédita. A Nintendo também reformulou todo o visual, mas sem mexer no layout original das dungeons ou na estrutura da história.
As avaliações positivas dos players destacam os gráficos de peso, os controles modernizados e uma exploração de dungeons bem menos frustrante. Vários jogadores já estão cravando o título como um dos jogos mais bonitos da atual geração no portátil da Nintendo.
Mas a recepção do visual não é uma unanimidade. Efeitos de cintilação (shimmering) nas áreas abertas de Hyrule foram alvo de críticas, e o remake não conta com upscaling via DLSS.
A dificuldade é outro ponto que divide a comunidade. Algumas análises de usuários apontam que os ajustes no gameplay deixaram a jornada fácil demais, enquanto outros comemoram a exploração mais fluida. Para completar, o modo Master Quest ficou de fora, deixando sem essa opção quem queria zerar uma versão ainda mais casca-grossa no remake.





