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Amnesia: A Machine for Pigs Banner
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  3. Visão Geral

Amnesia: A Machine for Pigs

Sobre Amnesia: A Machine for Pigs

Estúdio

The Chinese Room

Website

www.aamfp.com

Data de Lançamento

10 de setembro, 2013

Amnesia: A Machine for Pigs Logo
Amnesia: A Machine for Pigs
AçãoAventuraIndieQuebra-cabeça

Uma aventura de terror em 1ª pessoa na Londres vitoriana. Amnesia: A Machine for Pigs revela um pesadelo industrial de ganância e loucura. Prepare-se!

Desenvolvedor

The Chinese Room

Data de Lançamento

10 de setembro, 2013

Plataforma

Introdução

Amnesia: A Machine for Pigs eleva o terror de sobrevivência com uma história perturbadora: um homem, seus filhos desaparecidos e uma máquina monstruosa sob sua mansão. Desenvolvido pela The Chinese Room e publicado pela Frictional Games, este jogo de terror psicológico ambientado em 1899 troca o combate por uma atmosfera tensa e uma narrativa que vai te assombrar muito depois dos créditos.

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Overview

Amnesia: A Machine for Pigs te coloca na pele de Oswald Mandus, um industrialista milionário que acorda de sonhos febris em sua mansão em Londres na véspera de Ano Novo de 1899. Seus filhos desapareceram. Algo mecânico e vivo está se movendo sob o assoalho. O jogo não perde tempo para estabelecer o clima: isso não é uma história de casa mal-assombrada, é um acerto de contas com o industrialismo, o colonialismo e o custo de uma ambição sem limites.

A The Chinese Room, estúdio por trás de Dear Esther, assumiu o desenvolvimento da Frictional Games e deixou uma marca clara no DNA do jogo. Enquanto Amnesia: The Dark Descent focava em gerenciamento de recursos e mecânicas de sanidade, A Machine for Pigs simplificou bastante esses sistemas. Não tem óleo para coletar, nem tinderboxes para fazer farm. O foco muda quase inteiramente para a atmosfera e a história, o que pode ser um alívio ou uma decepção, dependendo do que você esperava da sua gameplay.

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Gameplay and mechanics

O loop principal de survival horror aqui é construído em torno de exploração e evasão. Mandus carrega uma lanterna, se move por corredores vitorianos escuros e ocasionalmente encontra os híbridos grotescos de porco e humano que habitam as profundezas da máquina. Combate não é uma opção. Se esconder e correr são suas únicas ferramentas.

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Resumo das mecânicas principais:

  • Gerenciamento da lanterna para visibilidade
  • Resolução de puzzles ambientais
  • Coleta de documentos e notas para contexto da história
  • Encontros com monstros baseados em evasão
  • Sem sistema de inventário tradicional

O design dos puzzles é bem leve comparado ao antecessor. A maioria dos obstáculos é resolvida puxando uma alavanca ou encontrando uma chave, sem exigir um grind mental prolongado. Jogadores que buscam uma build com mais profundidade mecânica podem sentir falta de algo, mas a redução dessa fricção mantém o ritmo da narrativa intacto.

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World and setting

O cenário de 1899 faz um trabalho pesado aqui. Corredores iluminados a gás, máquinas industriais e imagens de matadouro se combinam em um ambiente genuinamente opressor. A máquina em si, um vasto complexo subterrâneo, serve tanto como uma ameaça literal quanto como uma metáfora para a engrenagem desumanizadora do império. A The Chinese Room claramente fez o dever de casa: os detalhes da época são específicos o suficiente para parecerem reais, não apenas decorativos.

A história de Oswald se desenrola através de entradas de diário, gravações em fonógrafo e narrativa ambiental. A escrita é densa e literária, o que faz sentido dado o histórico da The Chinese Room em jogos focados em narrativa. Alguns jogadores acham a prosa exagerada; outros consideram o ponto mais forte do jogo. Ambas as reações são compreensíveis.

Visual and audio design

A HPL Engine 2 da Frictional Games faz um trabalho sólido na renderização dos ambientes subterrâneos. O modelo de iluminação, em particular, brilha, com a lanterna projetando sombras convincentes em paredes de pedra e máquinas enferrujadas. O jogo não é tecnicamente impressionante para os padrões atuais, mas a direção de arte compensa o que falta na engine.

O design de som é onde A Machine for Pigs realmente se destaca. A trilha sonora de Jessica Curry é minimalista e melancólica, construída em torno de piano e cordas que crescem nos momentos certos. O áudio ambiente — o ranger mecânico distante, sons abafados de animais, o estalo de canos — mantém a tensão lá no alto, mesmo em salas vazias. É uma das melhores trilhas sonoras de terror que o gênero produziu naquela época.

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Impact and legacy

Lançado em setembro de 2013, A Machine for Pigs recebeu críticas mistas, mas respeitosas. Jogadores que queriam uma sequência direta de The Dark Descent ficaram frustrados com as mecânicas simplificadas. Já quem encarou como uma experiência de terror narrativo encontrou algo genuinamente impactante. Essa divisão definiu a reputação do jogo desde então: ele se encaixa confortavelmente no catálogo de jogos de terror que priorizam a história em vez de sistemas, ao lado de títulos como SOMA e Layers of Fear.

Disponível para PC, Mac, PlayStation, Xbox, Nintendo Switch, iOS, Steam e Epic Games Store, o jogo alcançou um público enorme ao longo dos anos. Sua duração de aproximadamente 5 a 6 horas o torna perfeito para zerar em uma única sessão. Para os fãs de terror atmosférico em primeira pessoa com ambições literárias, A Machine for Pigs continua sendo uma ótima porta de entrada para o que a The Chinese Room faz de melhor.

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