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Child of Light

aboutGame

studio

Ubisoft Montréal

website

childoflight.ubi.com

releaseDate

29 de abril, 2014

Child of Light Logo
Child of Light
RPGAventura

Explore Lemuria em Child of Light! Um RPG de plataforma mágico com combates por turnos onde você guia Aurora em uma jornada épica e inesquecível.

developer

Ubisoft Montréal

status

Jogável

releaseDate

29 de abril, 2014

sidebar.platform

Introdução

Child of Light é um RPG único que mergulha você em uma visão artística deslumbrante. Criado com o UbiArt Framework da Ubisoft, o jogo narra a jornada de Aurora, uma jovem da Áustria de 1895 que desperta em um reino de contos de fadas. Sua missão é recuperar o sol, a lua e as estrelas roubadas. Com diálogos em versos, visuais que parecem pinturas em aquarela e um sistema de combate por turnos profundo e estratégico, é uma experiência imperdível do início ao fim.

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Visão Geral

Child of Light, desenvolvido pela Ubisoft Montréal e lançado em abril de 2014, é um RPG side-scrolling que bebe da fonte dos clássicos RPGs japoneses, mas com aquela estética de conto de fadas ocidental que a gente ama. Aurora, uma garotinha da Áustria de 1895, acaba sendo transportada para o continente místico de Lemuria depois de cair em um sono profundo e misterioso. A Black Queen roubou o sol, a lua e as estrelas, mergulhando o mundo na escuridão, e a Aurora é a única capaz de trazer tudo de volta.

O que faz Child of Light brilhar logo de cara é o UbiArt Framework, a mesma engine por trás de Rayman Origins e Legends. Cada cenário parece uma pintura feita à mão, com camadas de aquarela e uma iluminação suave que muda conforme a história avança. A direção de arte não é só enfeite; é parte fundamental de como o jogo transmite o clima e a tensão ao longo de sua campanha de aproximadamente 12 horas.

Gameplay e mecânicas

O coração de Child of Light é o sistema de Active-Time Battle que vai parecer muito familiar para quem já zerou Final Fantasy IV ou VI. Dois membros da party enfrentam os inimigos em uma linha do tempo compartilhada, e a mecânica chave é a interrupção: acertar um inimigo enquanto a barra de cast dele está carregando manda o cara lá para o início do turno. Isso cria uma camada de estratégia que vai muito além de só escolher o ataque mais forte.

Child of Light content image

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As mecânicas principais incluem:

  • Combate com interrupção baseado em timeline
  • Igniculus, o vaga-lume, que desacelera inimigos na batalha
  • Skill trees para cada membro da party
  • Co-op drop-in para um segundo jogador controlar o Igniculus
  • Gemas Oculi colecionáveis para customizar sua build

Igniculus, o vaga-lume companheiro da Aurora, tem um papel duplo. Na exploração, ele coleta itens e ilumina caminhos escondidos. No combate, um segundo jogador pode assumir o controle dele para dar slow nos inimigos ou curar a party da Aurora, fazendo o co-op ser realmente útil e não apenas um detalhe.

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Mundo e cenário

Lemuria é construída em torno de alguns biomas distintos, cada um ligado a uma das luzes roubadas. Florestas, ruínas subaquáticas, picos de montanhas e castelos corrompidos têm sua própria identidade visual e lista de inimigos. O mundo se expande de forma significativa conforme a Aurora recupera o sol, a lua e as estrelas, com áreas antes escuras se abrindo e mudando de visual.

A história é contada inteiramente em rimas, uma escolha que poderia ser só um gimmick, mas que funciona muito bem. Algumas frases encaixam melhor que outras, mas o compromisso com o formato dá a Child of Light um tom de conto de fadas consistente que poucos jogos tentam. O elenco de companheiros excêntricos, desde um rato falante até um bobo da corte, tem suas próprias histórias de origem entrelaçadas nos versos.

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Design visual e sonoro

A trilha sonora, composta por Béatrice Martin (conhecida musicalmente como Cœur de pirate), é uma das qualidades que definem o jogo. A trilha foca bastante em piano e cordas, combinando com a estética de aquarela com músicas que são delicadas, mas marcantes. As faixas mudam dinamicamente durante o combate para manter a tensão lá no alto sem quebrar a atmosfera onírica.

O UbiArt Framework permite um nível de detalhe visual que supera muito o orçamento do jogo. O parallax scrolling dá uma profundidade real aos cenários, e o cabelo e as asas da Aurora se movem com uma fluidez que impressiona mesmo mais de uma década após o lançamento.

Vale a pena jogar Child of Light?

Para quem curte RPGs de turno com uma direção de arte de peso, Child of Light entrega uma experiência focada e muito bem feita. O combate recompensa quem joga com atenção, o mundo tem variedade suficiente para não enjoar, e a opção de co-op é um jeito tranquilo de compartilhar o jogo com alguém que talvez não seja um jogador hardcore de RPG. Ele não se estende mais do que deveria, e essa precisão é parte do que o torna memorável.

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Requisitos de Sistema

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