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F.E.A.R. Extraction Point

aboutGame

studio

TimeGate Studios

website

wbgamessupport.wbgames.com/hc/en-us

releaseDate

24 de outubro, 2006

F.E.A.R. Extraction Point
Tiro

Expansão de tiro em primeira pessoa onde reflexos sobre-humanos e terror sobrenatural ditam o combate intenso após o final explosivo de F.E.A.R.

developer

TimeGate Studios

releaseDate

24 de outubro, 2006

sidebar.platform

Introdução

F.E.A.R. Extraction Point começa logo após a queda do helicóptero, deixando você preso em uma cidade infestada de soldados e horrores indescritíveis. A TimeGate Studios manteve o combate em bullet-time que consagrou o original, elevando o terror psicológico a outro nível. Se você curte tiroteios em câmera lenta e sustos intensos, este é o jogo ideal!

Visão geral

F.E.A.R. Extraction Point é uma expansão standalone do F.E.A.R. original da Monolith Productions, desenvolvida pela TimeGate Studios e publicada pela Vivendi Universal Games em outubro de 2006. A história começa logo após o final do jogo base: o laboratório secreto explodiu e os agentes Holiday, Jin e o personagem do jogador escapam de helicóptero, achando que o pior já passou. Só que não. Alma invade o helicóptero durante o voo, a aeronave cai e o jogador acaba separado da equipe em uma cidade que virou um verdadeiro caos.

A expansão roda na mesma engine e mantém a mesma filosofia de combate do original, o que significa que o gunplay frenético ainda gira em torno do reflex time, uma mecânica que desacelera o mundo ao redor do jogador enquanto mantém a velocidade normal de mira. O resultado é um first-person shooter que recompensa mais a paciência e o posicionamento do que apenas reflexos rápidos. Os soldados flanqueiam, usam cover e se comunicam durante os tiroteios, então o reflex time não é um cheat, mas sim uma forma de processar o que está rolando no meio do combate.

Mecânicas de gameplay: o que há de novo em Extraction Point?

Extraction Point não é apenas o F.E.A.R. original com mapas novos. A TimeGate adicionou várias interações de combate e ambientais que mudam como os jogadores se movimentam pelos cenários:

F.E.A.R. Extraction Point content image

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  • Arrombar portas com ataques corpo a corpo
  • Explodir portas com explosivos
  • Quebrar caixas para encontrar suprimentos
  • Ativar o reflex time para desacelerar as reações inimigas
  • Usar cobertura ambiental durante os tiroteios

Essas adições parecem pequenas isoladamente, mas fazem toda a diferença naqueles encontros tensos em corredores, onde chutar uma porta para cima de um soldado distraído antes de ativar o reflex time se torna uma sequência satisfatória e repetível. O combo de melee com câmera lenta dá ao combate um ritmo que o jogo base apenas sugeria, mas não chegou a desenvolver totalmente.

F.E.A.R. Extraction Point content image

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Mundo e cenário

Extraction Point se passa em uma cidade em ruínas, poucas horas após o final de F.E.A.R. Os ambientes alternam entre ruas urbanas destruídas, seções subterrâneas inundadas e aquele tipo de corredor mal iluminado que virou a marca registrada da série. Paxton Fettel e Alma Wade continuam sendo o centro do terror, e a expansão não pega leve com eles. Alma, em particular, se torna uma ameaça física ainda maior aqui do que no original, aparecendo em momentos feitos para te deixar perturbado, não apenas para dar um susto rápido.

F.E.A.R. Extraction Point content image

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A atmosfera foca pesado na ideia de que a ameaça sobrenatural não acabou com a explosão do laboratório. Soldados ainda estão operando na área, o que significa que o jogador enfrenta tanto a oposição humana organizada quanto o que quer que a Alma esteja fazendo com a cidade. Essa combinação mantém a tensão lá no alto, sem deixar o jogo cair na mesmice.

F.E.A.R. Extraction Point content image

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Extraction Point se sustenta como um shooter de terror?

Como um lançamento standalone, Extraction Point não exige que você tenha o F.E.A.R. original, o que o torna uma porta de entrada super acessível para a série. A mecânica de reflex-time é explicada durante o gameplay, sem precisar de tutoriais chatos, e a queda do helicóptero logo no início serve como uma introdução perfeita para quem não conhece os eventos do primeiro jogo.

O que a expansão faz com maestria é manter o equilíbrio entre mecânicas de tiro sólidas e o terror psicológico. Os encontros com soldados controlados por uma IA inteligente dão peso ao combate, enquanto as sequências sobrenaturais usam um design de som e uma narrativa ambiental de primeira para criar um clima de pavor, sem depender apenas de jump scares manjados. Para uma expansão de 2006 feita por outro estúdio, Extraction Point se garante demais como um horror shooter com uma identidade única, construída em cima de combate em câmera lenta e uma atmosfera implacável.