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Need for Speed: The Run Banner
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  2. Need for Speed: The Run
  3. Visão Geral

Need for Speed: The Run

Sobre Need for Speed: The Run

Estúdio

EA Black Box

Website

www.needforspeed.com/therun

Data de Lançamento

15 de novembro, 2011

Need for Speed: The Run Logo
Need for Speed: The Run
Corrida

Em Need for Speed: The Run, encare uma corrida ilegal de tirar o fôlego de San Francisco a Nova York. Acelere fundo nesta jornada eletrizante!

Desenvolvedor

EA Black Box

Data de Lançamento

15 de novembro, 2011

Plataforma

Introdução

Need for Speed: The Run traz uma experiência intensa e pessoal. Jack Rourke precisa vencer uma corrida de costa a costa para quitar dívidas com a máfia. Desenvolvido pela EA Black Box na engine Frostbite 2 da DICE, o jogo entrega visuais incríveis e ação ininterrupta. É a adrenalina de NFS com um enredo de suspense!

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Visão Geral

Need for Speed: The Run, desenvolvido pela EA Black Box e lançado em novembro de 2011, leva a fórmula de arcade racing para um caminho que a série raramente revisitou. O grande diferencial é simples: Jack Rourke, atolado em dívidas com a máfia, entra em uma corrida não autorizada que atravessa todo o território continental dos Estados Unidos, da Golden Gate Bridge em San Francisco até o Empire State Building em New York City. O prêmio é a cenoura; continuar vivo o suficiente para levar a bolada é o verdadeiro desafio.

A corrida é dividida em estágios, cada um com uma exigência de colocação que Rourke precisa bater para avançar. Se não ficar entre os 150 primeiros antes de Las Vegas, a run acaba. A estrutura mantém o ritmo frenético e dá à campanha uma sensação natural de escalada que a maioria dos jogos de corrida nem se preocupa em ter. Perseguições policiais, interferência da máfia e pilotos rivais aparecem ao mesmo tempo, transformando o que poderia ser uma simples corrida de ponto a ponto em algo muito mais próximo de uma survival run.

Gameplay e mecânicas

A direção em The Run fica confortavelmente na zona do arcade. Os carros são responsivos e têm uma dirigibilidade firme, e a Frostbite 2 lida com a física muito bem, fazendo com que as passagens de montanha em alta velocidade e as curvas fechadas e geladas tragam uma tensão real. O jogo não simula desgaste de pneu ou gerenciamento de combustível; o foco é no momentum, no posicionamento e em não ser jogado para fora da pista por um capanga da máfia.

Need for Speed: The Run content image

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Os principais destaques de gameplay incluem:

  • Progressão baseada em estágios com cortes de colocação
  • Perseguições policiais por várias regiões
  • Sequências de quick-time events a pé
  • Lista de carros desbloqueáveis durante os estágios
  • Modos de desafio multiplayer

As sequências a pé, onde Rourke sai do carro durante momentos roteirizados da história, dividiram opiniões no lançamento. São curtas e feitas através de quick-time events, mas quebram o ritmo da corrida de um jeito que parece mais cinematográfico do que mecânico.

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Mundo e cenário

A rota cross-country é o ponto mais forte do jogo. The Run passa por regiões visuais distintas: a selva urbana de San Francisco, as rodovias desertas perto de Las Vegas, passagens de montanha pelas Rockies e o tráfego denso das cidades chegando em Chicago e New York. Cada ambiente tem suas próprias condições de iluminação e clima, e a Frostbite 2 renderiza tudo com um nível de detalhe que ainda se sustenta muito bem.

A história, embora não seja profunda, faz o necessário para manter os estágios conectados. O conflito de Jack com Marcus Blackwell, o capanga da máfia que o persegue durante toda a corrida, dá à campanha um antagonista recorrente que vale a pena enfrentar. Sam Harper, o fixer que banca a taxa de inscrição de Rourke, adiciona uma camada extra de motivação além da simples sobrevivência.

Need for Speed: The Run content image

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The Run ainda vale no multiplayer?

The Run traz um componente multiplayer online que permite aos jogadores competir em desafios específicos de cada estágio, tirados diretamente da campanha single-player. O modo suporta até oito jogadores e rastreia o desempenho em leaderboards, dando aos completionists e aos pilotos competitivos um motivo para voltar depois que a história zerar. O Autolog, o sistema de comparação social que a EA usou em vários títulos de NFS nessa época, também está integrado aqui, mostrando automaticamente os tempos dos amigos e notificações de desafios.

A campanha single-player dura cerca de duas a três horas em uma primeira jogada, o que é curto para os padrões atuais. Os modos multiplayer e a rejogabilidade de time-attack estendem esse tempo, mas The Run sempre foi um jogo focado em uma experiência direta, sem aquele grind de open-world.

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Conquista técnica

A Frostbite 2 era a engine da DICE na época, recém-saída de Battlefield 3, e a EA Black Box foi um dos primeiros estúdios externos a buildar nela. O resultado é um jogo de corrida que parece visivelmente mais nítido do que seus contemporâneos do mesmo ano. Destruição de cenários, iluminação dinâmica em túneis e viadutos, e o tráfego urbano denso rodam sem travamentos significativos no hardware daquela época. The Run chegou para PlayStation 3, Xbox 360 e PC, com a versão de PC suportando resoluções maiores e detalhes de textura aprimorados.