Overview
Prototype 2 é um jogo de ação em open-world desenvolvido pela Radical Entertainment e publicado pela Activision, lançado em 24 de abril de 2012. A trama acompanha o Sargento James Heller, um soldado que retorna do Iraque e descobre que sua esposa e filha morreram, vítimas de um segundo surto do vírus Blacklight na cidade de Nova York, agora chamada de New York Zero. Movido pelo luto e pela sede de vingança, Heller persegue Alex Mercer, o protagonista que virou antagonista no primeiro game, e acaba sendo infectado por uma cepa do vírus que lhe concede as mesmas habilidades sobre-humanas aterrorizantes.
A história é mais afiada e pessoal que a do original. Heller não é um cientista ou um mistério; ele é um pai e um soldado, e esse peso torna sua transformação em algo monstruoso genuinamente perturbadora. A narrativa se desenrola por três zonas distintas de New York Zero, cada uma aumentando o nível de perigo e a densidade de infectados, enquanto desvenda uma conspiração envolvendo a organização militar Blackwatch e a empresa de biotecnologia Gentek. Reviravoltas sobre as verdadeiras motivações de Mercer e a revelação de que a filha de Heller, Maya, ainda está viva, mantêm o ritmo da gameplay lá no alto.
Gameplay and mechanics
O core gameplay loop foca em consumir inimigos para absorver suas habilidades, memórias e biomassa. Heller pode transformar seus braços em lâminas, tentáculos, martelos, garras e chicotes, dando ao combate uma liberdade que recompensa quem curte testar novas builds. A mobilidade é igualmente agressiva, com wall-running, planagem e ground slams que permitem aos jogadores se mover pela cidade tanto na vertical quanto na horizontal.

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Os destaques da gameplay incluem:
- Consumo de biomassa para ganhar disfarces e habilidades dos inimigos
- Hacking de terminais Blacknet para intel de missões e upgrades
- Três zonas open-world com níveis de ameaça crescentes
- Sistemas de poderes com estilos de combate distintos
- Sequestro de veículos militares, incluindo helicópteros e tanques
O sistema de progressão é totalmente ligado ao consumo. Matar e absorver inimigos alimenta uma árvore de upgrades que expande os poderes de Heller com o tempo. O design estrutura o open-world de forma a introduzir novas áreas gradualmente, o que faz com que o grind de poder pareça algo conquistado, e não apenas aleatório.

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World and setting
New York Zero é dividida em zonas por cores: Amarela, Verde e Vermelha, cada uma refletindo a gravidade da infecção e a presença militar. A Zona Amarela é tensa e militarizada, a Zona Verde ainda mantém uma frágil normalidade civil, e a Zona Vermelha é um apocalipse total. O contraste ambiental entre as zonas dá à cidade uma identidade única que vai muito além de um sandbox genérico.

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O vírus Blacklight é o que realmente dita o clima. Criaturas infectadas vagam pelas ruas, checkpoints militares estão em cada esquina, e a sensação de que a civilização está colapsando dá peso a cada objetivo secundário. A cidade nunca parece um cenário estático.

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O que faz Prototype 2 se destacar do primeiro game?
Prototype 2 aprimora tudo o que o original estabeleceu. O moveset de Heller é mais variado e visualmente distinto do de Alex Mercer, e a adição dos terminais Blacknet oferece conteúdo opcional estruturado além da história principal. O roteiro é mais focado, o feedback de combate é mais pesado, e a fantasia de poder acerta em cheio porque a motivação de Heller é concreta e emocional, em vez de uma busca abstrata por autodescoberta.
O jogo também abraça o exagero sem pedir desculpas. Partir um soldado ao meio, usar o corpo como arma e depois planar de um arranha-céu direto para um helicóptero é o tipo de sequência que Prototype 2 entrega o tempo todo. Para quem quer um jogo de ação open-world sem restrições mecânicas e uma história que realmente justifica a carnificina, a rampage de Heller por New York Zero é o que você zerou para encontrar.


