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The Evil Within

aboutGame

studio

Tango Gameworks

website

www.theevilwithin.com

releaseDate

13 de outubro, 2014

The Evil Within Logo
The Evil Within
AçãoTiroQuebra-cabeçaAventura

Em The Evil Within, o detetive Sebastian Castellanos enfrenta um pesadelo grotesco e mortal. Sobreviva a armadilhas e criaturas bizarras neste horror de tirar o fôlego!

developer

Tango Gameworks

releaseDate

13 de outubro, 2014

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Introdução

Shinji Mikami, o mestre por trás de Resident Evil, retorna ao horror com The Evil Within, entregando uma experiência intensamente tensa. Com recursos escassos, cenários imprevisíveis e inimigos impiedosos, este jogo exige cautela absoluta. Se você busca o verdadeiro survival horror, este é o título definitivo para você.

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Visão Geral

The Evil Within foi lançado em outubro de 2014, desenvolvido pela Tango Gameworks e publicado pela Bethesda Softworks. Shinji Mikami dirigiu o projeto com uma missão clara: trazer o survival horror de volta às suas raízes, após anos em que o gênero se perdeu em direção à ação. O resultado é um jogo de terror em terceira pessoa focado na escassez de recursos, perigos ambientais e uma história que te faz questionar o que é real o tempo todo.

O detetive Sebastian Castellanos chega ao Beacon Mental Hospital para investigar um assassinato em massa, mas acaba caindo em uma emboscada inexplicável. Ele acorda em um mundo que não deveria existir, povoado por criaturas grotescas e uma arquitetura mutante que se rearranja sem aviso. A narrativa se desenrola ao longo de 15 capítulos, revelando aos poucos o mistério por trás de um dispositivo chamado STEM e da presença monstruosa conhecida como Ruvik.

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Gameplay e mecânicas

O core loop de The Evil Within foca na sobrevivência sob pressão. Munição é artigo de luxo, os inimigos são verdadeiras esponjas de dano e sair correndo dos perigos raramente é uma opção tranquila. As mecânicas principais incluem:

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  • Stealth takedowns para economizar munição
  • Desarmar armadilhas e usá-las contra os inimigos
  • Sistema de upgrade usando green gel coletado após os abates
  • Finalizar inimigos com fósforos para evitar que revivam
  • Inventário limitado que te obriga a tomar decisões difíceis o tempo todo

O sistema de upgrade, turbinado pelo green gel, permite que você invista na stamina, no dano das armas ou na capacidade do inventário do Sebastian. Nada vem de graça aqui. Cada upgrade é conquistado com uma gameplay cuidadosa, e o jogo pune quem tenta fazer hoard de recursos, já que os encontros roteirizados vão drenar seu estoque constantemente.

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O que torna esse mundo tão perturbador?

Os cenários em The Evil Within não seguem nenhuma lógica arquitetônica. Corredores desabam, salas são inundadas de sangue e prédios inteiros se distorcem durante as perseguições. Isso não é apenas um efeito visual: o mundo mudando ao seu redor é uma mecânica de tensão fundamental, eliminando a segurança de decorar o mapa. A Tango Gameworks criou um ambiente onde a familiaridade não te traz conforto nenhum.

O design das criaturas reforça isso. Os Haunted, cadáveres reanimados com movimentos erráticos, são os inimigos comuns, mas o jogo escala para boss fights que são bem difíceis de entender na primeira tentativa. O antagonista recorrente Ruvik aparece sem aviso, iniciando sequências de perseguição com hitkill que mudam completamente a sua percepção de uma "safe room".

Design visual e sonoro

The Evil Within roda em um formato letterbox, cortando a tela para uma proporção cinematográfica de 2.35:1. Foi uma escolha artística deliberada para aumentar a claustrofobia, embora tenha gerado críticas no lançamento. A paleta de cores abusa de tons esverdeados doentios, sombras profundas e ferrugem industrial, com cenários que vão de vilarejos rurais a salas de cirurgia e pesadelos surreais.

O design de áudio faz um trabalho pesado. Dicas ambientais sinalizam inimigos próximos antes mesmo de você vê-los, e a trilha sonora alterna entre um silêncio opressor e cordas dissonantes. Jogar de fone de ouvido muda drasticamente o nível de tensão da experiência.

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Impacto e legado

The Evil Within chegou em um momento em que o survival horror em terceira pessoa tinha deixado de lado suas raízes focadas em tensão. A crítica ficou dividida no lançamento, com notas refletindo a discordância sobre o ritmo e a performance técnica em hardwares mais antigos. Com o tempo, a reputação do jogo melhorou consideravelmente, especialmente entre os jogadores que valorizam um design de terror punitivo e bem pensado.

O jogo está disponível para PC, PlayStation, Xbox e na Steam. Três DLCs expandiram a história, com The Assignment e The Consequence oferecendo uma perspectiva em primeira pessoa através dos olhos da agente Juli Kidman, adicionando um contexto essencial à campanha principal. The Evil Within continua sendo um dos exemplos mais claros de como o survival horror deve ser quando a escassez e o medo são pilares do design, e não apenas um inconveniente.

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