Visão Geral
Let Them Come: Onslaught é um roguelite de sobrevivência sci-fi focado em ondas alienígenas e um poder de fogo absurdo. Desenvolvido pela Tuatara Games e publicado pela Digital Bandidos, o game junta o combate frenético no estilo bullet heaven com armas e upgrades que transformam cada run. Sua pegada sci-fi inspirada nos anos 1980 aposta em armas exageradas, tudo embalado por uma trilha sonora original de synthwave.
The Soldier e The Psychic são as duas opções de personagens jogáveis. Ao longo de quatro mundos, mapas procedurais e eventos dinâmicos agitam o loop básico de sobrevivência. As hordas alienígenas colocam uma pressão constante, mas objetivos opcionais e inimigos surpresa trazem desafios extras para cada tentativa, indo muito além de só limpar o que vier pela frente.
Como funciona o combate no estilo bullet heaven?
Let Them Come: Onslaught combina sobrevivência contra ondas com criação de builds focadas em armas e ataques alienígenas cada vez mais intensos. Lança-chamas e Photon Sabers definem a identidade sci-fi do arsenal, enquanto escudos garantem opções defensivas ao lado de ferramentas focadas em dano bruto. E quem aguenta firme no gameplay por tempo suficiente ainda encara chefões gigantescos.

Upgrades de armas e efeitos especiais combinados tornam a escolha do loadout essencial no combate. Ataques em área varrem a horda, enquanto opções focadas em precisão oferecem um estilo de jogo diferente. Os escudos trazem mais uma camada estratégica: sua build pode abrir espaço para proteção em vez de apostar tudo na ofensiva.
- Desbloqueios e upgrades de armas
- Efeitos combinados de armas
- Opções de escudos defensivos
- Ataques nucleares orbitais

Um ataque nuclear orbital é o ápice do exagero desse arsenal. A presença desse ataque resume perfeitamente a pegada do combate: tecnologia sci-fi clássica levada ao limite para obliterar a infestação alienígena com força total.
Progressão e campos de batalha em constante mudança
As recompensas de batalha servem para farmar melhorias e desbloquear habilidades entre as runs. Essa progressão persistente faz cada tentativa valer a pena no grind de evolução do personagem, enquanto as combinações de armas abrem espaço para você testar várias loucuras durante as partidas. O loop de roguelite conecta a sobrevivência imediata com a escolha certeira de onde investir seus pontos a seguir.
Os quatro mundos também mudam completamente a dinâmica dessas builds. Mapas procedurais alteram o layout, e entregas de suprimentos distantes dão ótimos motivos para correr atrás de um loot valioso. Random Missions trazem objetivos opcionais com recompensas suculentas, adicionando mais uma camada de decisão enquanto o ataque alienígena não dá trégua.

Minichefes inesperados aumentam ainda mais a adrenalina fora das grandes batalhas de chefe. Junto com as entregas de suprimentos e as Random Missions, esses eventos transformam o campo de batalha em muito mais do que um simples campo de tiro. Os desafios de cada run dependem tanto do que brota no mapa quanto do equipamento escolhido para lidar com a treta.
Sci-fi retrô no volume máximo
A influência dos anos 1980 domina Let Them Come: Onslaught, tanto nas escolhas de armas quanto na ambientação. Photon Sabers dividem espaço no arsenal com lança-chamas, e os ataques nucleares orbitais elevam a vibe de filme de ação muito além dos tiroteios comuns. O objetivo aqui é bem direto: sobrevivência alienígena com um poder de fogo propositalmente insano.

Cartridge 87 assina a trilha sonora original de synthwave, dando uma identidade musical marcante a toda essa pegada retrô. O som encaixa perfeitamente com um bullet heaven que brilha no caos entre hordas alienígenas e equipamentos bizarros. Entre escudos e bombas nucleares orbitais, montar sua build deixa espaço de sobra tanto para continuar vivo quanto para causar uma destruição colossal.
















